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Por que doença cardiovascular é a principal causa de morte feminina — e como a menopausa acelera esse risco de forma biologicamente explicável.
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Os mecanismos cardioprotetores do estradiol — perfil lipídico, função endotelial, óxido nítrico, resistência à insulina, biogênese mitocondrial e atividade fibrinolítica.
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O fogacho como sintoma cardiológico — o que a espessura médio-íntima da carótida tem a ver com os fogachos, e por que isso importa na prescrição.
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Leitura crítica dos estudos HERS, WHI, KEEPS e ELITE — por que cada um deles tem vieses que os tornam inaplicáveis à TRH atual, e o que o subgrupo correto do WHI realmente mostra.
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Como usar as três calculadoras de risco cardiovascular — ACC/AHA, PREVENT e MESA — e a diferença fundamental entre estimar risco e diagnosticar doença.
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Score de cálcio coronariano: quando pedir, como interpretar — incluindo por que um score zero não garante ausência de placa em pacientes de alta probabilidade pré-teste.
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Por que o D-dímero não deve ser solicitado como triagem para TRH — e como o uso incorreto desse exame leva a contraindicações infundadas.
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Estatinas e TRH — uma combinação estratégica no alto risco. Por que a co-administração é sinérgica e clinicamente coerente.
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O que fazer com a paciente de alto risco cardiovascular — o posicionamento da Sociedade Britânica de Menopausa e como conduzir o caso com a menor dose, via adequada e acompanhamento rigoroso.
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Como responder ao cardiologista que contraindica — e como comunicar esse racional à paciente sem transformar em briga de especialistas.
📝 Nota da professora
Nos cinco anos que trabalho com medicina hormonal, nunca vi dois casos iguais de alto risco
cardiovascular. O conhecimento só é poder quando muda destinos — e poucos destinos são tão
urgentes quanto os das mulheres e seus corações na menopausa. Essa aula foi construída para
que você saia com ferramentas reais, não com mais medo.